Nada melhor do que uma boa dose de Mark Pellegrino para compensar o péssimo episódio da semana passada.
Spoilers Abaixo:
É incrível como um único personagem pode fazer tanta diferença em um episódio. Sempre achei que Supernatural tinha uma ótima galeria de personagens, mas infelizmente a grande maioria deles está morta e outros estão desaparecidos da série.
Mas agora temos Mark Pellegrino de volta como Lucifer, e pelo que parece, ele ficará aí por um bom tempo. Foi ótimo ver a maneira que Lucifer manipulou Sam para que ele “pudesse entrar”. Achei bem irônico quando Lucifer começou a ajudar Sam a resolver o caso, pois foi literalmente o Diabo caçando um demônio, e eu não imaginava que essa era uma forma dele ficar definitivamente na cabeça de Sam. Via Lucifer nessa sétima temporada apenas como algo na mente de Sam, ilusões que ele mesmo criava, mas se ele foi manipulado dessa forma por essas visões, significa que realmente existe uma conexão com o verdadeiro Lucifer que está enjaulado no Inferno.
Não dá pra entender muito bem porque Lucifer só voltou a aparecer agora, já que o vimos pela última vez no segundo episódio da temporada. E eu também acho que aquela história do Sam ficar apertando a mão (que nem está machucada mais) e fazer Lucifer desaparecer momentaneamente, não faz o menor sentido. Não fez no segundo episódio, e nem nesse, mas agora Lucifer dominou de vez a cabeça de Sam e mãozinha nenhuma o salvará.
Realmente espero que Mark Pellegrino fique por Supernatural até o final da temporada. Ele é um ator excelente, Lucifer é um dos melhores personagens da série, e todos os comentários e observações que ele faz são hilários e dão um clima mais bacana ao episódio. (E o que foi ele mostrando aquela língua bifurcada? Cena ÉPICA!).
O episódio foi escrito pelo Bem Edlund, e ele é meu roteirista favorito de Supernatural (tirando, é claro, o Kripke), e mais uma vez ele não decepcionou. Se não fosse pelo retorno de Lúcifer, “Repo Man” seria outro filler nessa temporada, mas sem dúvida seria um dos melhores, e a presença do maior vilão da série serviu para deixá-lo ainda melhor.
Surpreendi-me bastante com a trama. Foi legal ver Dean e Sam (e Lúcifer!) caçando um demônio, uma das criaturas mais bem exploradas na mitologia da série, mas no final o verdadeiro demônio era um ser humano, o próprio Jeffrey. Não havia cogitado em momento algum que ele fosse um serial killer e foi bem interessante ver que ele gostava de ser possuído, e era um verdadeiro adorador do tal demônio. Aparentemente assassinos e demônios se completam.
Confesso que quando vi Lilith no previously, pensei que de alguma forma Supernatural iria retornar aos vestígios deixados por essas tramas, com um twist completamente inesperado e levar o resto da temporada para um caminho totalmente diferente, mas no final era apenas para lembrar que os “quatro anos atrás” que foram mostrados no começo do episódio aconteceram quando os irmãos caçavam Lilith. Sei que foi absolutamente insano da minha parte pensar que Supernatural se reinventaria de uma forma tão abrupta, apenas por ver flashbacks da Lilith, mas acredito que isso seja porque eu realmente tenho saudades da época em que a série me deixava extasiado com seus episódios, e muitos desses momentos maravilhosos foram graças à Lilith.
fonte: série maniacos






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